Mercado imobiliário de superluxo cresce 37% em São Paulo


O mercado imobiliário de luxo e alto luxo registrou no segundo trimestre deste ano a maior participação no mercado de lançamentos, desde 2020. O total de unidades lançadas nesse período correspondeu a quase 7% dos imóveis.

Os dados constam de pesquisa recente da consultoria Brain — Inteligência Estratégica e atestam que os segmentos de empreendimentos cada vez mais sofisticados, está crescendo na cidade e o que justifica o crescimento de 3,8% de unidades desse padrão de 2020 para 2021. Já na comparação do segundo trimestre de 2021 com o segundo trimestre de 2022 o aumento foi de 37,7%, um salto foi de 962 empreendimentos para 1.325.

Quando falamos em empreendimentos de luxo, falamos de imóveis com valor entre R$ 1,5 milhão a R$ 3 milhões. Já os de super luxo são os acima de R$ 3 milhões.

O faturamento de lançamentos desse setor em todo o ramo imobiliário também é o maior no segundo trimestre deste ano do que no mesmo período do ano passado e em todo 2021 e 2020. O crescimento de unidades foi de 58,4% de 2020 para 2021 e o faturamento aumentou em 184,9% nesse mesmo período.

O preço privativo de luxo do Jardim Paulista, em São Paulo, foi o maior entre os bairros, com 25.352 R$/m2, enquanto a média é 16.408R$/m2 — o que significa que é o bairro com o metro quadrado mais caro.

O metro quadrado privativo de luxo foi maior na Mooca com 151,9m2, enquanto a média é 128,4m2. Logo, o bairro tem os imóveis maiores para a categoria. Já no superluxo, o bairro Itaim Bibi é destaque com 38.437 R$/m2, contra a média de 28.560R$/m2. No m2 privativo do superluxo, Chácara Itaim é destaque: 263,5 m2 contra a média de 200,8 m2.

No Rio de Janeiro, a última edição da pesquisa, no primeiro trimestre deste ano, destaca o bairro Leblon, com a média de 49;725 R$/m2 sobre os imóveis de superluxo. Já quanto ao maior metro quadrado, Tijuca ocupa o primeiro lugar, com a média de 301,4 m2.

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