VAR roubou atenção em jogo entre Atlético-MG e Santos, diz colunista


Jogo entre Galo e Peixe teve gol anulado, pênalti e expulsão

Aqui no Brasil, se tem VAR, tem polêmica. E o jogo entre Atlético-MG e Santos não seria diferente. O VAR interferiu bastante na partida, fazendo com que as duas equipes se sentissem prejudicadas. Teve de tudo: gol anulado, pênalti e expulsão.

Para o jornalista Vitor Guedes, em sua coluna na UOL Esportes, o VAR quis aparecer mais que tudo na partida, no que ele chamou de uma “interferência exibicionista do VAR”.

Atlético-MG 1×1 Santos. Tudo igual, até na interferência absurda do apito. Savinho abriu o placar logo de cara, Bauermann parou no travessão na resposta. E, à vera, Everson trabalhou mais que João Paulo e o Peixe ficou mais perto do 1 a 1 do que o Atlético-MG do 2 a 0 na primeira etapa”.

“No segundo tempo, o ritmo da prosa não mudou. Chance do Galo cá, bola na trave do Santos lá. Até Lucas Pires, por interferência exibicionista do VAR, ser expulso em lance que havia tomado só o amarelo. Não é absurda a expulsão do lateral santista. Absurdo é o juiz Marcelo Lima Henrique ter visto tudo, optado pelo amarelo e, após a interferência, ver o mesmo lance do monitor e mudar sua decisão: o VAR é um lixo à altura do apito brasileiro!”, opina de forma contundente o jornalista.

Em seguida, Vitor Guedes relata mais uma aparição exagerada do VAR, no pênalti marcado a favor do Santos.

“O VAR, novamente, quis aparecer. E, desta vez, em favor do Santos contra o Atlético-MG. E criou, com lupa e gigantesca vontade de ser protagonista, um “pênalti” de Jair em Bauermann: Rwan Seco cobrou e empatou, 1 a 1. Como na expulsão de Lucas Pires, dá para marcar, dá para não marcar e o que fica é a vontade do circo eletrônico em aparecer e mandar no jogo”, afirma o jornalista.

Desempenho de Atlético e Santos

Por fim, o jornalista comentou sobre o desempenho de Atlético e Santos, na partida que terminou empatada em 1 a 1.

“Apito medonho à parte, é nítido que o Atlético-MG não está jogando a mesma bola de quem venceu o Brasileiro e a Copa do Brasil em 2021. E que o Santos está jogando bem mais que a bolinha que o levou a lutar contra a degola nos últimos dois Campeonatos Paulistas e ter passado boa parte do último Brasileiro também na briga contra o rebaixamento”, diz Vitor Guedes, que logo em seguida, fala os pontos positivos e negativos das duas equipes.

“O copo meio cheio atleticano é que, na média, não está jogando pior que o vice-líder Corinthians. O meio vazio é que, com esse futebolzinho mequetrefe, não vai dar volta olímpica na temporada nacional e internacional”.

“Para o santista, fica o alento, do copo meio cheio, que o time, que já tinha perdido de igual para igual para o Palmeiras em jogo em que o lixo do VAR também foi a estrela, empatou no Mineirão contra outro poderoso candidato ao caneco. O meio vazio é que, sem vencer fora, o time não vai longe no Brasileirão”, finaliza.

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