Atlético-MG terá três mudanças no time contra o Ceará pelo Brasileirão


Pressionado, Atlético inicia preparação para o duelo contra os cearenses, fora de casa; Turco será obrigado a mexer na equipe

Sem vencer há três partidas no Brasileirão, o Atlético mira o jogo contra o Ceará, marcado para a próxima quarta-feira (15), às 19h (de Brasília), na Arena Castelão, pela 12ª rodada do Brasileirão. Depois de um empate amargo em casa, no sábado, o Galo sabe que precisa reagir.

Para este partida, o Atlético terá ao menos três modificações na equipe. Nathan Silva, que cumpriu suspensão diante do Santos, fica novamente à disposição. A ver na vaga de quem ele retornará, uma vez que Junior Alonso vem de uma dura sequência e pode ganhar um descanso. Assim, Igor Rabello fica de sobreaviso.

No meio está a grande preocupação. A dupla titular formada por Allan e Jair recebeu o terceiro cartão amarelo e fica de fora. A tendência é que uma das vagas seja ocupada por Otávio. Guilherme Castilho, Neto e Calebe são as demais alternativas.

Na direita, fica a dúvida se Guga será mantido entre os titulares ou Mariano volta. Eduardo Vargas e Zaracho, ambos no departamento médico ainda devem ser ausências. A semana pode definir o futuro de Antonio Mohamed no comando do Atlético.

As últimas apresentações do time ligaram o alerta. O torcedor, que não gosta do trabalho mostrado pelo argentino pede a demissão. Caso ocorram derrotas para Ceará e Flamengo, a situação pode ficar insustentável. De acordo com a Rádio Itatiaia, o treinador está na ‘corda bamba’.

Galo avalia nomes de técnicos no mercado

O Atlético deu prazo para Turco Mohamed virar a chave e fazer o time voltar a ter desempenho. Sem vencer há três partidas no Brasileirão, o time mineiro hoje está fora do G4 e vê o Palmeiras abrir distância na liderança. Preocupada com o desempenho da equipe, a direção já não descarta demitir o treinador.

Segundo informações da Rádio Itatiaia, alguns nomes de possíveis substitutos de Mohamed são debatidos no Atlético. Os próximos jogos serão decisivos para o futuro do comandante argentino.

“O que eu ouvi a respeito de alguns nomes que estão sendo muito falados. Renato Gaúcho, que é o nome mais comentado, o Atlético teve informações muito ruins sobre a passagem do Renato no Flamengo. Chegou ao nível de alguém ter dito que quem comandava o treino era o Filipe Luís. Era ele quem comandava o rachão no Flamengo. Se é verdade ou não, o Renato pode se manifestar, mas foi o que eu ouvi de fontes confiáveis. O Atlético teve essa informação vinda de dentro do Flamengo, que do ponto de vista de treino, o trabalho do Renato Gaúcho era muito ruim e isso refletiu em com o Flamengo que não conseguia jogar”, disse o jornalista João Vitor Xavier.

“Odair Hellmann, uma grande preocupação é que o jeito de jogar é bem diferente do jeito do Atlético”, completa.

De la Cruz define futuro

Em entrevista ao Sport 890, De la Cruz praticamente definiu sua permanência no River Plate. Diferentemente do que havia sido especulado, o meia não pensa em deixar o clube argentino. Muito pelo contrário, adiantou que a renovação contratual está avançada, faltando apenas detalhes para selar o acordo.

“Estou muito bem no River. Não tenho ansiedade em sair, priorizo chegar bem na Copa do Mundo. A renovação do meu contrato está avançada. Nunca sairia livre do River. Na próxima semana me reúno com meu representante”, assegurou De la Cruz.

Sabia dessa? Sampaoli pediu Ibra no Galo

Sérgio Sette Câmara, ex-presidente do Atlético contou bastidores da passagem de Jorge Sampaoli pelo Galo. Famoso por pedir muitas contratações no clube que assume, o argentino fez algumas pedidas ‘fora da curva’ para a direção alvinegra.

Em entrevista à Web Rádio Galo, Sette Câmara revela que Ibrahimović, astro sueco e atualmente no Milan estava na lista de reforços de Sampaoli.

“Esse time do Atlético foi montado nesse último ano que eu estava lá, grande parte dele, não todo, ele [Sampaoli] e o Mattos que discutiam. Ele fazia os pleitos, o Mattos olhava, discutia junto com o Renato [Salvador] e o próprio Rafael [Menin], além de mim, claro. A gente via o que cabia, pois tinha alguns pedidos que não tinha condição. Aquele jogador do rabo de cavalo, sueco, o Ibrahimović. Chegou a falar isso com o Mattos. Mas aqui, vou te falar um negócio. Futebol tem que pensar grande”, afirma Sette Câmara.

“Eu não consegui montar um time durante um período, sem os 4 Rs, pois não tinha dinheiro. Vou fazer o que? ‘Ah, mas você trouxe o Maicon Bolt’. Tudo bem, mas também veio o Emerson, que nós trouxemos por 4 milhões e pouco e vendemos por 50 e tantos milhões em nove meses”, completou o ex-presidente.

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