Atlético-MG pode ter três mudanças na escalação contra o Santos


Após ser goleado pelo Fluminense, Atlético agora se prepara para o jogo contra o Santos, no Mineirão

O Atlético terá novidades para a partida diante do Santos, marcada para o próximo sábado, às 19h (de Brasília), no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, pela 11ª rodada do Brasileirão. Nesta quinta, o Galo começou a trabalhar de olho no duelo frente o Peixe.

Para esta partida, a grande novidade será o retorno de Guilherme Arana, que estava a serviço da seleção brasileira nos amistosos contra Coreia do Sul e Japão. Neste período, o jovem Rubens, muito elogiado, foi o titular. No final de semana, será alternativa no banco.

Na defesa, Nathan Silva recebeu o terceiro cartão amarelo e cumprirá suspensão. Em seu lugar, fica a dúvida entre Igor Rabello e Réver como parceiros de Junior Alonso. Recuperado de uma lesão muscular na coxa, Keno foi acionado no segundo tempo diante do Fluminense. Há a possibilidade de atuar desde o início contra o Santos.

Uma provável escalação do Atlético contra o Peixe seria a seguinte: Everson; Mariano (Guga), Réver (Igor Rabello), Junior Alonso e Guilherme Arana; Allan, Jair e Nacho Fernández; Ademir, Keno (Eduardo Sasha) e Hulk.

Torcida pede a saída de Turco

Nas redes sociais, o principal alvo foi o técnico Turco Mohamed. Irritados, torcedores exigiram a queda do argentino, temendo que o restante da temporada possa ser prejudicado e já elegeram um possível substituto. Trata-se de Renato Gaúcho, nome que costumeiramente não é bem aceito pela Massa. Contudo, foram muitos pedidos.

O treinador do Galo não encontrou palavras para definir a atuação da equipe. Turco assumiu a responsabilidade pelos inúmeros erros no sistema defensivo.

“Na verdade, foi uma noite muito ruim, muito ruim da equipe. Sou responsável. Tentamos pressionar no primeiro tempo, e não saímos bem. No segundo tempo, em algumas situações conseguimos pressionar, outras não. Na verdade, hoje, defensivamente, não saiu nada, tanto quando jogamos fechado quanto quando tentamos pressionar.
É uma noite para esquecer, e esperamos sábado nos levantar rápido”.

“Muitas coisas precisam ser concertadas e alinhadas. Não é normal num jogo tão grande como esse tomar cinco gols. Quando falo isso não é culpando nossa defesa, mas o coletivo geral. Começando por mim ali na frente. Nós não podemos tomar cinco gols. Isso é inadmissível. Mas futebol é isso, temos que viver pra aprender. E os inteligentes são aqueles que aprendem com os erros. Temos que dar a volta, pra que isso não aconteça mais. Tomar cinco gols é inaceitável”, disse Hulk.

De la Cruz define futuro

Em entrevista ao Sport 890, De la Cruz praticamente definiu sua permanência no River Plate. Diferentemente do que havia sido especulado, o meia não pensa em deixar o clube argentino. Muito pelo contrário, adiantou que a renovação contratual está avançada, faltando apenas detalhes para selar o acordo.

“Estou muito bem no River. Não tenho ansiedade em sair, priorizo chegar bem na Copa do Mundo. A renovação do meu contrato está avançada. Nunca sairia livre do River. Na próxima semana me reúno com meu representante”, assegurou De la Cruz.

Sabia dessa? Sampaoli pediu Ibra no Galo

Sérgio Sette Câmara, ex-presidente do Atlético contou bastidores da passagem de Jorge Sampaoli pelo Galo. Famoso por pedir muitas contratações no clube que assume, o argentino fez algumas pedidas ‘fora da curva’ para a direção alvinegra.

Em entrevista à Web Rádio Galo, Sette Câmara revela que Ibrahimović, astro sueco e atualmente no Milan estava na lista de reforços de Sampaoli.

“Esse time do Atlético foi montado nesse último ano que eu estava lá, grande parte dele, não todo, ele [Sampaoli] e o Mattos que discutiam. Ele fazia os pleitos, o Mattos olhava, discutia junto com o Renato [Salvador] e o próprio Rafael [Menin], além de mim, claro. A gente via o que cabia, pois tinha alguns pedidos que não tinha condição. Aquele jogador do rabo de cavalo, sueco, o Ibrahimović. Chegou a falar isso com o Mattos. Mas aqui, vou te falar um negócio. Futebol tem que pensar grande”, afirma Sette Câmara.

“Eu não consegui montar um time durante um período, sem os 4 Rs, pois não tinha dinheiro. Vou fazer o que? ‘Ah, mas você trouxe o Maicon Bolt’. Tudo bem, mas também veio o Emerson, que nós trouxemos por 4 milhões e pouco e vendemos por 50 e tantos milhões em nove meses”, completou o ex-presidente.

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