6 curtas indicados ao Oscar 2022 para assistir agora


A Sabiá Sabiazinha

<span class="hidden">–</span>Netflix/Reprodução

Netflix. 32 min.

Uma sabiá é criada por uma família de ratos e, por isso, não aprende a voar – mas vai ter de se superar para conseguir comida
no Natal. É perfeito para crianças, mas o humor também agrada aos mais velhos. A atriz Gillian Anderson (a Scully de Arquivo X) faz uma participação especial na dublagem.

Três Canções Para Benazir

<span class="hidden">–</span>Netflix/Reprodução

Netflix. 22 min.

A história de uma família que tenta levar a vida em meio à guerra no Afeganistão. O jovem e apaixonado Shaista mora em um acampamento para desabrigados com a mulher, Benazir, que está grávida. Ele decide entrar para o Exército, mas as coisas não acontecem como planejado.

Audible

<span class="hidden">–</span>Netflix/Reprodução

Netflix. 38 min.

O time de futebol americano de uma escola para surdos do estado de Maryland, nos EUA, é a sensação do campeonato. Mas as atenções dos alunos se dividem com o baile de formatura, a expectativa com o início da vida universitária e uma tragédia envolvendo um dos colegas.

The Windshield Wiper

<span class="hidden">–</span>The Animation Showcase/Reprodução
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YouTube. 16 min.

Com estilo realista e singular, esta animação é uma coleção de cenas e pequenas histórias que buscam responder a uma pergunta clássica: “o que é o amor?”. O diretor, o espanhol Alberto Mielgo, assina também um dos episódios da aclamada série Love, Death and Robots, da Netflix.

Onde Eu Moro

<span class="hidden">–</span>Netflix/Reprodução

Netflix. 40 min.

580 mil pessoas vivem em situação de rua nos EUA. Este documentário, dirigido por Jon Shenk e pelo brasileiro Pedro Kos, visitou cidades que decretaram estado de emergência devido à falta de moradias para mostrar o cotidiano e os desafios de quem sofre com isso.

The Queen of Basketball

<span class="hidden">–</span>ABC Photo Archives/Getty Images

Youtube. 22 min.

Este documentário do New York Times conta a história de Lusia Harris, fenômeno do basquete universitário nos anos 1970. Harris, que morreu em janeiro, aos 66 anos, foi a única mulher a ser oficialmente selecionada para jogar na NBA , a liga masculina do basquete americano.

 

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