Bahia: Freeland, novo diretor de futebol, promete seis reforços


Bahia conta a partir desta quarta-feira com Eduardo Freeland, ex-Botafogo, como novo diretor de futebol; na apresentação, houve a promessa de reforços

Um dia após acertar sua saída do Botafogo, o diretor-executivo Eduardo Freeland foi anunciado nesta quarta-feira (9) como novo diretor de futebol do Bahia.

Durante entrevista coletiva na Cidade Tricolor, o novo diretor fez questão de mostrar que estava bastante informado sobre as condições atuais do Bahia, que enfrenta uma das maiores crises do clube no século 21 com rebaixamento para a Série B e atentados contra o CT e o ônibus do clube.

Eduardo Frreeland disse que possui bastante trabalho para tentar reerguer o futebol do Bahia e que tentará reverter o pessimismo da atual temporada onde o Bahia está com riscos de ser eliminado da Copa do Nordeste e até do Campeonato Baiano antes do mata-mata.

Colocando como objetivo principal o retorno à primeira divisão do Brasileirão, o diretor-executivo prometeu ao menos seis contratações em curto prazo para reforçar o elenco atual.

Veja aspas de Eduardo Freeland, novo diretor de futebol do Bahia

“Estou muito orgulhoso em estar sentado nessa cadeira, em estar conhecendo hoje o CT Evaristo de Macedo. Estou muito orgulhoso de fazer parte dessa história, de um clube que eu sempre admirei muito, de um clube que se reconstruiu de 2013 para cá e, realmente, é muito emocionante. Eu venho namorando essa possibilidade há algum tempo, recentemente, a gente vem mantendo conversas com o presidente Guilherme Bellintani já há alguns meses, namorando essa possibilidade, para que acontecesse. Estou aqui e sei da responsabilidade.

Sei exatamente qual é o caminho, que é muito tortuoso, muito difícil. A gente sabe que a expectativa da torcida é altíssima, por responsabilidade de vocês, que fizeram isso com o clube. Fizeram o Bahia voltar a ter um destaque nacional muito grande, então é natural, a gente cria essa torcida que está querendo, de novo, a gente recolocando o Bahia em um lugar que ele não pode sair nunca mais, pela estrutura que tem, pelas pessoas que tem. 

A base revela jogadores, essa percepção que a gente tem, no mercado de onde venho, a gente está sempre olhando o mercado, não só do Nordeste, mas o tricolor, como um dos principais clubes que fornece jogador para o Brasil. Isso não é de agora, é de muitos anos. Talvez algumas adequações possam ser necessárias, mas a gente reconhece o clube e o Nordeste como um campo de muitos atletas que alimentam não só o Brasil, mas como fora.

O ponto central da minha conversa com o presidente Guilherme [Bellintani], é claro, que é o retorno à Série A, mas acontece tudo ao mesmo tempo. No futebol, flui tudo ao mesmo tempo. Eu tenho uma experiência muito grande em futebol de base, e essa experiência me permite acompanhar processos. Dificilmente eu vou conseguir mergulhar no futebol de base, nesse momento tão delicado que a gente vive, vou ter que focar no que é o carro-chefe. No que vai fazer todas as outras questões se elevarem junto, a base e o clube como um todo. Então, o foco vai ser esse, mas, se a gente tem processos muito claros, a gente consegue minimizar possíveis problemas.

Isso é futebol. Futebol que precisa a bola entrar, precisa ter resultado. O que a gente vai buscar é entender, diagnosticar muito rápido, em cima, obviamente, de coisas que já estou estudando há um tempo, que tenho acompanhado, para que a gente possa ser o mais assertivo possível nas tomadas de decisão, nas influências internas para que a gente consiga reverter esse quadro o mais rápido possível.”

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