Nike retira patrocínio de Greenwood após acusação de estupro e agressão


Jovem de 20 anos do Manchester United chegou a ficar preso durante três dias na Inglaterra e foi solto depois de pagar fiança

O atacante Mason Greenwood, do Manchester United, perdeu seu patrocínio com a Nike depois de ser acusado de estuprar e agredir sua namorada. A própria fornecedora de materiais esportivos confirmou a quebra do contrato em declaração dada por representantes ao “The Athletic” hoje.

A medida amplia a punição ao atleta de 20 anos que até então estava com a situação indefinida pela marca. Mason teve seu vínculo suspenso na última segunda-feira (31), quando a Nike expressou estar “profundamente preocupada” com o caso e disse que iria acompanhar os seus desdobramentos.

Posicionamento das marcas com o caso

O Manchester United também agiu rapidamente para repudiar os crimes que Greenwood teria cometido. Em poucos dias, a imagem do atleta foi retirada da loja oficial do clube na internet e ele ficou proibido de treinar ou participar dos jogos com seus companheiros de time até que haja novidades no assunto.

Outra consequência gerada pelo seu comportamento fora dos gramados foi a sua retirada dos games online de futebol. Assim, ele passou a “não existir mais” no FIFA, no PES e no eFootball.

Greenwood e a polícia

Mason Greenwood foi preso pela polícia de Manchester no último dia 30 de janeiro, um domingo, depois da namorada denunciar o crime pela internet. Além do relato de como o jogador de 20 anos teria cometido os crimes, ela publicou fotos e vídeos de como teria ficado depois do ataque.

As investigações trabalham com a hipótese de que o atleta teria agredido a moça depois dela se negar a ter relações sexuais com ele. A jovem também publicou um áudio na internet que mostra o que seria ele tentando forçar uma transa sem o seu consentimento.

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