Quais foram os principais nomes do Palmeiras nos últimos 2 mundiais?


Confira os destaques do elenco e os melhores jogadores do Verdão nos dois últimos mundiais

Um ano depois de ser ver eliminado precocemente, na semifinal, o Palmeiras disputa novamente o Mundial de Clubes da Fifa, em busca do sonho de sagrar-se campeão do torneio — ao menos o do reconhecido pela entidade máxima do futebol.

No clima da disputa da competição, o Verdão segue algumas tradições, como a despedida do Brasil rumo ao local de disputa — dessa vez em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes — e a minuciosa e estratégica preparação para as partidas, passando da aclimatação até os ajustes táticos específicos para os bastante específicos adversários.

Por aqui, nós do Torcedores seguimos outra tradição: a de relembrar as outras vezes que o Palmeiras atravessou meio mundo para conquistá-lo por completo. Ao invés de lembrar das partidas, porém, eternizadas no imaginário das torcidas, especialmente as rivais, vamos lembrar dos personagens principais, no caso, os jogadores — ao menos os que conseguiram se destacar em meio à decepção das derrotas e eliminações.

Mundial de Clubes de 1999: Alex, o 10 do Palmeiras

Os jogadores do Palmeiras campeão da Libertadores de 1999 são lembrados religiosamente pela torcida. É até difícil de esquecer, tanto que são mencionados Marcos, Arce, César Sampaio, Paulo Nunes, Evair, Zinho, Júnior e cia.

No Mundial, ou melhor dizendo, na Copa Intercontinental de 1999, porém, um nome é o mais lembrado positivamente: o de Alex. O camisa 10 destoou do restante da equipe e foi o destaque do Verdão do início ao fim da partida vencida pelo Manchester United, por 1 a 0.

Ativo e motivado na partida, o meia conectou praticamente todos os ataques do Palmeiras, e se fez impossível marcar. Só ficou faltando pontaria, em alguns lances cruciais — e a precisão do auxiliar, que no segundo tempo anulou um gol, aparentemente legal, marcado pelo “Cabeção”.

Mundial de Clubes de 2020: Weverton, o paredão

A campanha do Palmeiras no Mundial de Clubes de 2020 (disputado em 2021, por conta da pandemia do novo Coronavírus) foi, com toda as palavras, decepcionante.

A equipe de Abel Ferreira, marcada na campanha de Tríplice Coroa daquela temporada pela altíssima concentração, pelo bom desempenho defensivo de Gómez e Marcos Rocha, pelo brilho das ‘crias’ da base, Danilo e Gabriel Menino (e Patrick de Paula, que na verdade fez um bom jogo) e pela eficiência Raphael Veiga e Luiz Adriano, foi irreconhecível na derrota por 1 a 0 para o Tigres, do México.

Quem realmente compareceu e atou à altura da excelente temporada jogada para chegar em Dubai, no Qatar, foi Weverton. O goleiro esteve concentrado e preciso como sempre, fazendo, em especial, três defesas de altíssima dificuldade. Só não conseguiu pegar o pênalti batido pelo francês Gignac; a atuação, ainda assim, foi boa o bastante para “livrá-lo” de qualquer culpa pela eliminação na semifinal.

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