Athletico colocará projeto de clube-empresa em votação


Athletico-PR pode se tornar clube-empresa até o fim desta semana em votação envolvendo sócios que será decisiva para o futuro do clube paranaense

Mario Celso Petraglia realizou nesta segunda-feira (8) uma longa transmissão na internet para explicar os planos futuros do Athletico-PR em relação ao projeto de clube-empresa, chamado pelo dirigente de “Sociedade Anônima do Futebol (SAF)”.

O projeto será colocado em votação nesta quinta-feira (11) para todos os sócios em formato virtual entre às 10h a 19h pelo horário de Brasília. Apesar de não votar e deixar a decisão para os sócios, Petraglia defende que o projeto seja aprovado.

Com esse projeto aprovado, o presidente do Athletico-PR deseja que o clube se transforme em uma marca de expressão internacional e consiga trazer novos recursos ao mercado externo.

De acordo com Petraglia, o clube paranaense já atingiu o auge dentro do futebol brasileiro e o objetivo agora é crescer no mercado sul-americano para se tornar um dos maiores clubes do Brasil e bater de frente com Flamengo, Palmeiras e Atlético-MG.

Ou seja, para conseguir brigar por títulos de maior expressão, o Athletico-PR precisaria buscar investimentos do mercado externo para maior profissionalização. Petraglia está envolvido com o clube desde 1995.

Veja aspas de Petraglia, presidente do Athletico-PR

“Nosso projeto vem se desenvolvendo. Já prevíamos a necessidade de, mais cedo ou mais tarde, pensar em uma solução mais ampla. Esse caminho é a abertura do capital. A Lei Pelé já prevê isso no seu texto, de se transformar em Sociedade Anônima. Mas o que prevalece de tradição no Brasil são as associações sem fins lucrativos, que é a grande maioria. Há uma resistência grande dos maiores clubes em pensar em uma reformulação.”

“Uma vez aprovado e buscados os recursos que o mercado está oferecendo, seremos a noivinha mais bonita do mercado brasileiro. A mais jovem, a que dá as melhores condições pra um belo casamento. Já somos procurados por vários noivos, vários pretendentes.”

Tinha dado um prognóstico de que dez anos depois da Copa do Mundo, em 2024, iríamos conquistar o Campeonato do Mundo. Quando me perguntam em que me baseio, inverto a pergunta. Respondo: “por que não?”. Onde está escrito que não temos competência e capacidade de estar entre os maiores clubes da América do Sul e, consequentemente, ganhando a Libertadores, ir ao Campeonato do Mundo e ganhar?”

“A gente vai brigar lá na frente para essa isonomia acontecer. Mas temos aprovado que não será mais aquilo que a Lei Pelé previa, de tributação total. A atividade do futebol no Brasil terá uma tributação de 5% a mais do que as associações [modelo atual]. Feitas as contas, compensa o pagamento do tributo, pelas inúmeras vantagens que teremos na transformação em Sociedade Anônima.”

 

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