Aprenda a se defender das energias tóxicas

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Quem já não experimentou uma sensação de mal-estar ou cansaço inesperados após conversar com alguém? Do nada, você começa a bocejar, a ter palpitações no coração. Somos influenciados energeticamente pelo outro ou pelo ambiente, mas é preciso ter consciência de que os padrões internos podem ser igualmente adoecedores.

Quem explica essa sutil dinâmica é Rodrigo Fonseca Vignoli, 28, terapeuta holístico e reorganizador energético. Aquariano com ascendente em Libra e lua em Câncer, ele diz que sua missão é tentar reconstruir a ponte entre a magia e a espiritualidade.

“Hoje, o ser humano recebe informações com muito mais velocidade do que adquire responsabilidade. Nossa sociedade tornou-se pouco exigente espiritualmente. É preciso reconstruir essa ponte por meio do bem e da luz. As práticas mágicas reorganizam a realidade. Todo ato essencial, algo que vem de dentro, da vontade, é mágico”, ensina.

Dentro do trabalho energético realizado por Vignoli, o aspecto preventivo é bastante considerado. “Temos tendência a remediar as coisas. A defesa energética tem aspectos muito importantes de limpeza, mas sobretudo de prevenção. Na abordagem espiritual, falamos sobre técnicas de cura, meditação, terapias, mas quase nada sobre o autocuidado e a prevenção”, diz o terapeuta.

Ele acredita que muitas pessoas estão buscando o autoconhecimento, o despertar da consciência, a fim de alcançar novo patamar vibracional. “No entanto, esse processo acessa um nível energético mais sutil, impalpável, que pode deixar a pessoa instável e à mercê de influências nocivas e intrusas”, alerta Vignoli.

Para isso, o indivíduo deve descobrir seu nível vibracional médio, ou seja, como ele próprio se identifica energeticamente. “Qual seu ápice, em que situações se sente vulnerável, quais são suas referências emocionais? A partir do momento em que adquirimos clareza sobre nosso estado consciencial perante o mundo e sobre as influências ao nosso redor, passamos a ter ferramentas para lidar com esse universo”, ensina o terapeuta.

Segundo ele, toda pessoa tem um padrão vibracional, que é a soma de seus pensamentos, sentimentos, hábitos e relacionamentos. “Nossa energia é o resultado da forma como sentimos e nos expressamos no mundo e é afetada pelo nosso humor e pelos acontecimentos do cotidiano”, diz.

É com base nisso que as pessoas reagem à nossa presença. “Quando nos sentimos bem conosco, tendemos a ver as portas do mundo se abrirem para nós, as pessoas são mais receptivas e educadas. Quando não estamos tão bem, podemos reverberar desarmonia e desentendimento, nosso nível vibracional cai, impactando tudo ao nosso redor”, analisa o terapeuta.

Portanto, diz Vignoli, “tomar consciência de quem somos e de como estamos vibrando nos permite entender e perceber como o mundo responde aos nossos estímulos, sejam eles “conscientes ou inconscientes”. “Assim, nossos pensamento e emoções tornam-se muito mais palpáveis, pois passamos a compreender exatamente como eles ressoam em nosso dia a dia, explica”.

A consciência é a chave para o entendimento do que precisa ser ajustado. “Quando estamos em um nível vibracional aquém do nosso costumeiro, há vulnerabilidade, abre-se uma brecha, uma lacuna pela qual energias dissonantes, seja das pessoas, dos ambientes, das situações, passam a nos influenciar diretamente. Mesmo quando estamos com o nosso campo harmonizado, estamos sujeitos a uma série de intempéries e, por isso, precisamos aprender a nos defender”, observa Vignoli.

“É preciso reconstruir essa ponte por meio do bem e da luz. As práticas mágicas reorganizam a realidade. Todo ato essencial, algo que vem de dentro, da vontade, é mágico.”

Sinais

O primeiro passo para que a pessoa identifique se está com algum tipo de contaminação energética é a auto-observação. “Cada indivíduo precisa entender o que é bem-estar e quais são os pensamentos que ocorrem nesses momentos, quais sentimentos ele vibra em relação às outras pessoas e a si próprio e o que sente pelo seu trabalho. Quando consegue responder a essas perguntas, há o delineamento de quem somos costumeiramente”, observa o terapeuta Rodrigo Vignoli.

Ele dá dicas: “Pegar-se pensando em situações negativas é um sintoma de que está ocorrendo alguma interferência. Pesadelos constantes, dores súbitas de cabeça ou no corpo, bocejos e percepção de vultos são alguns dos sintomas de que estamos em desarmonia ou sofrendo algum tipo de influência espiritual”, diz Vignoli.

Segundo ele, “toda vez que nos encontramos nesse estado vibracional mais denso e, por que não, negativo, ao mesmo tempo em que estamos reverberando essa energia para o mundo, estamos também atraindo seres desencarnados e energias densas, que atrapalham nosso fluxo, desequilibrando nossa vida, seja profissional, familiar, afetiva ou social”.

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